terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Curiosidades e costumes de vários países

No México, quem bota as mãos nos quadris está querendo briga. Já na Coreia, assoar o nariz na rua é falta grave. Aprenda aqui o que é gafe em alguns lugares do mundo.


À mesa, com toda a fineza

Ainda que o molho seja irresistível, não limpe o prato nos países árabes. É terrivelmente grave e grosseiro comer tudo o que for servido.
Tampouco se atreva a limpar o molho do prato com um pãozinho, se estiver na Inglaterra. Ingleses detestam esses modos!
Já no Japão, raspar o prato e lamber os beiços cai bem. O anfitrião (ou o vizinho da mesa) acha indelicado deixar um restinho.
Na China, jantar é teste de resistência. Não há ofensa maior do que recusar comida – não importa o que seja. Engula!


Certas coisas proibidas em público

Se você estiver na Coreia do Sul, não assoe o nariz na rua. Lá isso é considerado ofensa gravíssima!
Não importa o quanto seja engraçada a piada que seu amigo contou. Jamais gargalhe nas ruas do Japão, principalmente se você for mulher (lembre-se que as japonesas sempre cobrem a boca para rir).


Veja lá o que você fala!

A menos que você seja um médico, jamais pergunte a um americano quanto ele pesa ou mede. É mais fácil ele contar algum segredo sujo do que revelar as medidas do corpo.
Ao telefone, em todos os países da Europa, você diz seu nome antes de mais nada. Mesmo que a ligação seja só para pedir informações.
Não elogie uma japonesa, nem que ela seja a musa dos seus sonhos. Ela vai achar que é falsidade.


Olhe a mão-boba

Na Tailândia, é muito indelicado ficar conversando com alguém com as mãos nos bolsos. Deixe-as bem à vista, sempre.
Também não coloque as mãos sobre as costas da cadeira na qual outra pessoa está sentada: para os tailandeses, isso é grave.
Mão no bolso, no México, é coisa de grosso. E se um homem colocar as mãos nos quadris e olhar para você, está chamando para a briga.


A arte de presentear

No Oriente, é fundamental dar ou receber presentes com as duas mãos. É sinal de apreço.
Se você não for da Máfia, nunca dê um relógio para um chinês: significa que deseja a morte dele.
Os chineses são mesmo cheios de dedos: antes de aceitar um presente eles recusam três vezes. Nem mais, nem menos.


Cada um no seu lugar

Os americanos odeiam quem vai abrindo caminho no meio da multidão. Peça desculpas a cada empurrão inevitável.
E olho no chão: americanos ficam muito, mas muito zangados, ao levar um pisão no pé.
Quando você está em pé, conversando com alguém, é normal um coreano passar no meio. Dê um passo para trás, para dar passagem. Na Coréia, é falta de educação alguém dar a volta por trás de você.

Sei também que em paises árabes, quando a comida é servida no chão (em lugares típicos ou em familias) nunca coma com a mão esquerda. Essa mão é impura porque é usada na toilette. Comer só com a mão direita.

Chegar atrasado para um compromisso marcado (mais formal ou quando se vai pela primeira vez na casa de alguém) é gafe na Alemanha. Chegar em cima da hora +/- 5 minutos com um buque de flores para a dona da casa e uma garrafa de vinho, e você chega impressionando. Servir o vinho que foi presenteado (caso nao tenha um já separado para a ocasião) também é comum e faz parte do bom tom.

Na Alemanha é sempre a pessoa mais velha que tem que lhe oferecer a "você". Enquanto isso não acontecer vocês se tratam por "senhor(a)" e sobrenome.

Na hora de cumprimentar:
na Rússia vale beijo na boca, entre homens.
Na Nova Zelândia, os maiores cospem no pé um do outro.

* O círculo feito com o polegar e o dedo indicador pros:
Brazucas é gesto obsceno.
Para os Americanos significa OK.
No Japão, quer dizer dinheiro.
Na França, indica algo sem valor.
Na Alemanha, equivale a chamar alguém de idiota.
Na Tunísia, é uma ameaça de morte.

Essa tb é boa: Na Argentina, se alguém olhar para você apontando o indicador para o lado da cabeça e girando-o, não quer dizer que você seja maluco. É só para atender ao telefone.

mais curiosidades culturais ....

No Líbano, os homens podem legalmente ter relações sexuais com animais, mas tem que ser fêmeas. Relações sexuais com machos é punível com a morte.

*No Bahrain, um médico pode legalmente examinar a genitália feminina, mas ele é proibido se olhar diretamente para ela durante o exame. Ele pode apenas olhar através de um espelho. (será que é para não virar pedra????).

* Os muçulmanos não podem olhar os genitais de um cadáver. Isto também se aplica aos funcionários da funerária.. Os órgãos sexuais do defunto devem estar sempre cobertos por um tijolo ou por um pedaço de madeira.

* A penalidade para a masturbação na Indonésia é a decapitação.

* Há homens em Guam cujo emprego em tempo integral é viajar pelo país e deflorar virgens, que os pagam pelo privilégio de ter sexo pela primeira vez. Razão: pelas leis de Guam, é proibido virgens se casarem.

* Em Hong Kong, uma mulher traída pode legalmente matar seu marido adúltero, mas deve fazê-lo apenas com suas mãos. Em contrapartida, a mulher adúltera pode ser morta de qualquer outra maneira pelo marido.

*A lei autoriza vendedoras a ficarem de topless em Liverpool, Inglaterra, mas somente em lojas de peixes tropicais.


*Em Cali, na Colômbia, uma mulher só pode ter relações com seu marido e a primeira vez que isso ocorre, sua mãe deve estar no quarto para testemunhar o ato.


*Em Santa Cruz, na Bolívia, é ilegal um homem ter relações com uma mulher e a filha dela ao mesmo tempo.


*Em Maryland preservativos podem ser vendidos em máquinas somente em lugares onde são vendidas bebidas alcoólicas para consumo no local.

Hábitos e Costumes Medievais

Na Idade Média, o banho, era considerado prejudicial se tomado em excesso. As pessoas geralmente tomavam apenas dois ou três banhos ao ano; e quase sempre por volta do mês de Maio ou Junho, quando começa a primavera na Europa e o clima já estava um pouquinho mais quente. Daí a origem do mês de Maio, ser o mês eleito para os casamentos, porque desta feita as noivas tomavam o banho no mês de Maio e o cheiro das partes intimas não era tão forte. O uso do bouquet pela noiva também era utilizado para dissipar o mau odor da mesma. Quando era decidido que o banho seria tomado, quem tinha prioridade de usar a agua limpa, ou seja a primeira agua, era o chefe da família, e assim sucessivamente os banhos eram tomados, a começar pelo pai, mãe, filhos, e por último os bebés; quando então a agua já estava totalmente imunda.
O cheiro dos corpos, de suor e das partes intimas impregnavam todas as casas. As roupas eram lavadas também somente duas ou três vezes ao ano, devido a raridade das mesmas e o alto custo do sabão. Em consequência disto, cheiravam mal, eram imundas, e viviam cheias de pulgas, piolhos e insectos. Os dentes não eram lavados, portanto a grande maioria já não os tinha na boca, e as pessoas que ainda os tinham, estavam apodrecidos e negros. Quando vemos em fotos antigas, lacaios a abanar as pessoas, não era pelo calor e sim pelo odor fétido que era exalado das bocas e das partes intimas; portanto usavasse o abano para dissipar o mau cheiro.
Nas áreas urbanas, o excrementos corporais e a água usada no banho eram atirados pela janela, o esgoto era a céu aberto o que obviamente propiciava a proliferação do mau cheiro e de doenças altamente contagiosas e infecciosas. As roupas de cama eram sujas, e as vezes dormiam numa mesma cama quatro ou seis pessoas. Devido a tanta falta de higiene e a muitas vezes manterem animais de grande porte dentro de casa, a proliferação dos ratos era também grande. A taxa de mortalidade infantil era grande, 1/3 das crianças morriam antes de completar um ano de idade. A saúde era tratada com desleixo, e quase sempre designavam a doença como um castigo divino. As doenças eram tratadas com infusões caseiras e por vezes tratamentos absurdamente exóticos, utilizando excrementos de animais, urina e outros tipos de unguentos. Devido a falta de higiene, não era de se estranhar que muitas pessoas morressem, e em meados do século XIV, uma peste devastou 1/3 da população europeia. Estamos a falar da Peste Negra, que era transmitidas aos humanos através da picada de pulgas de ratos doentes. Estes ratos chegavam à Europa nos navios vindos do Oriente entre os anos de 1346 e 1352. Como as cidades não tinham condições higiénicas adequadas, os ratos se espalharam facilmente. O lixo acumulava-se nas ruas. Rapidamente a população de ratos aumentou significativamente.
Estes ratos estavam contaminados com a bactéria Pasteurella Pestis. E as pulgas destes roedores transmitiam a bactéria aos homens através da picada. Os ratos também morriam da doença e, quando isto acontecia, as pulgas passavam rapidamente para os humanos para obterem seu alimento, o sangue. Após o contágio a pessoa tinha poucos dias de vida. Os sintomas eram febre altíssima, mal-estar geral, vómitos e bolhas de pus espalhavam-se pelo corpo do doente, principalmente nas axilas e virilhas. As pessoas atribuíam a peste como sendo um castigo divino, enviado aos homens para pagarem os seus pecados.


É impressionante nos dias de hoje quando se visita o Palácio de Versailles em Paris e se observa que o suntuoso palácio não tem banheiros. Quem passou por esta experiência ficou sabendo de coisas inacreditáveis. E olha que ali viveram os Luizes mais
importantes da França sempre acompanhados de uma corte
de até 10 mil nobres devidamente alojado majestoso Versailles.

Na Idade Média não existiam os dentifrícios, isto é, pastas de dentes, muito menos escovas de dentes ou perfumes, desodorantes muito menos... e papel higiênico, nem pensar...
As excrescências humanas eram despejadas pelas janelas do palácio feitas dentro do urinol ou de um pinico...

Todos nós já vimos nos filmes da época medieval, onde aparecem pessoas sendo abanadas por aqueles leques enormes. Passam desapercebidos os verdadeiros motivos desse costume tão comum nos salões das pessoas mais abastadas.

Em um país de clima temperado, a justificativa não era o calor, mas sim o péssimo odor que as pessoas exalavam, pois não tomavam banho, não escovavam os dentes e não se usava papel higiênico e muito menos faziam higiene íntima.

Os nobres, eram os únicos que podiam ter servos que os abanassem, para espalhar o mau cheiro que o corpo e suas bocas exalavam com o mau hálito, além de ser uma forma de espantar os insetos, sempre atraídos por esses odores.

Não é atôa que as primeiras essências perfumadas para uso pessoal, surgiram a partir dessa época, para afastar o bodum, tão comum entre as pessoas daquela época.

Na Idade Média, a maioria dos casamentos ocorria no mês de junho (para eles, o início do verão).
Uma das razões é simples de deduzir:
os primeiro banho do ano eram tomados em maio; assim, o cheiro das pessoas ainda estava tolerável.
Entretanto, como alguns odores já começavam a ser exalados pelo calor da estação, as noivas carregavam buquês de flores
junto ao corpo, para disfarçar o incômodo dos odores.
Daí termos maio como o "mês das noivas" e a razão da origem do buquê de noiva, está explicada.

Os banhos eram tomados numa única tina, enorme, cheia de água quente, parecida com o furô dos povos orientais.
O chefe da família tinha o privilégio do primeiro banho na água limpa. Depois e sem trocar a água, vinham os outros homens da casa, por ordem de idade. Após, as mulheres também por idade e, por fim, as crianças. Os bebês eram os últimos a tomar banho.

Quando chegava a vez deles, a água da tina já estava tão suja que era possível "perder" um bebê lá dentro. É por isso que existe uma expressão popular na Inglaterra que diz;
"don't throw the baby out with the bath water",
ou seja, literalmente
"não jogue o bebê fora, junto com a água do banho".

Os telhados das casas não tinham forro e as madeiras que os sustentavam, eram o melhor lugar para os animais, cães, gatos e outros, de pequeno porte, como ratos e besouros se aquecerem também. Quando chovia, começavam as goteiras e os animais pulavam para o chão. Assim, a nossa expressão
"está chovendo canivetes"
que tem o seu equivalente em inglês em
"it's raining cats and dogs"
que se traduz para:
"está chovendo gatos e cachorros".

Para não sujar as camas, inventaram uma espécie de cobertura, que se transformou no dossel.

Aqueles que tinham dinheiro possuíam pratos de estanho ou de cobre. Certos tipos de alimento oxidavam o material, o que fazia com que muita gente morresse envenenada intoxicada pelo azinhavre, ou "zinabre" como se diz popularmente.
Lembremo-nos que os hábitos higiênicos da época não eram lá grande coisa...

Os tomates, sendo ácidos, foram considerados, durante muito tempo, como venenosos e em algumas regiões, planta-los era crime e merecia punição exemplar.

Os copos de estanho e de cobre, eram usados para beber cerveja ou uísque. Essa combinação, às vezes deixava o indivíduo "no chão" ,numa espécie de narcolepsia induzida pela bebida alcoólica e pelo óxido de estanho. Olha aí o azinhavre de novo.

Poderia se pensar que o "no chão" estivesse morto, portanto recolhia-se o corpo e se preparava o enterro. Todavia, o corpo era então colocado sobre uma mesa, preferencialmente da cozinha por alguns dias e a família ficava em volta, em vigília, comendo, bebendo e esperando para ver se o morto acordaria ou não.
Daí, surgiu o hábito de guardar o corpo, a vigília do caixão.

A Inglaterra é um país pequeno e nem sempre houve espaço para enterrar todos os mortos. Então, os caixões eram abertos, os ossos tirados e encaminhados ao ossuário e o túmulo era utilizado para outro cadáver. Às vezes, ao abrir os caixões, percebiam que havia arranhões nas tampas, do lado de dentro, o que indicava que aquele morto, na verdade, tinha sido enterrado vivo. Isso aconteceu inúmeras vezes e a literatura está cheia desses relatos.
Assim, surgiu a idéia de, ao fechar os caixões, amarrar uma tira no pulso do defunto, tira essa que passava por um buraco no caixão e vinha até a superfície e ficava amarrada num sinos obre a cova do sepultado. Após o enterro, alguém ficava de plantão ao lado do túmulo durante uns dias. Se o indivíduo acordasse, o movimento de seu braço faria o sino tocar. E ele seria "saved by the bell", ou "salvo pelo gongo", expressão essa por nós usada até os dias atuais. (extraído da internet)

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